O conteúdo escrito nesta página contém traduções automáticas, portanto, pode haver alguns erros. O vídeo nesta página também está em inglês.

Devocional

Jeremias 16.1-17.18

Encarnando a morte

Em Jeremias 16.1-17.18, vemos que, em Jesus, Deus mesmo encarna a maldição devida ao seu povo e também o resgate e a restauração que podemos esperar.

O que está acontecendo?

O povo de Deus em Judá abandonou Deus pelos deuses de outras nações. Deus adverte que essa rejeição a ele — e à sua proteção e vida — terminará em morte. Na esperança de chocar o seu povo e trazê-lo de volta a ele, Deus diz a Jeremias que encarne pessoalmente a destruição que virá sobre Judá. Jeremias não deve se casar nem ter filhos, porque em breve tanto pais quanto filhos jazerão mortos sob as espadas babilônicas (Jeremias 16.1-4). Jeremias não pode participar dos funerais de seus amigos e parentes, porque não pode lamentar publicamente um povo que rejeitou a fonte da vida e da misericórdia (Jeremias 16.5-7). Ele não pode nem sequer participar de banquetes, porque em breve a alegria e a celebração desaparecerão da terra (Jeremias 16.8-9). Como sinal vivo do que está por vir, a vida de Jeremias se torna uma advertência — uma profecia encarnada, destinada a chamar Judá ao arrependimento antes que o exílio chegue.

Alguns em Judá questionam a severidade dessas consequências, mas Jeremias explica que essa devastação não veio sem motivo. Judá abandonou tanto Deus quanto os caminhos da aliança que moldam o seu reino. Deus é fiel à sua aliança, e essa fidelidade inclui permitir que o seu povo experimente as consequências de rejeitarem a ele e a sua proteção (Jeremias 16.10-13). Mas Deus também promete que o exílio não será o fim da história de Judá. Virá um novo dia de libertação, que superará até o êxodo do Egito (Jeremias 16.14-15). Deus libertará o seu povo de seus opressores, confrontará as nações que os exploraram e começará a reunir um povo renovado e global, que o adora em verdade (Jeremias 16.19-21).

Por enquanto, no entanto, Judá se recusa a ouvir. Sua idolatria e deslealdade foram gravadas profundamente em seus corações. Por isso Deus os entrega às consequências de suas escolhas e permite que sejam arrancados da terra (Jeremias 17.1-4). O exílio se torna o resultado visível de corações que se desviaram de Deus (Jeremias 17.5-6). Ainda assim, Jeremias proclama que o exílio não é irreversível. Aqueles que voltarem a confiar no Senhor serão restaurados como uma árvore plantada junto às águas correntes, dando fruto até em tempos de seca (Jeremias 17.7-8). Mesmo assim, Jeremias sabe que o coração humano não é confiável e é profundamente emaranhado. Somente Deus o conhece de verdade, e somente Deus pode curá-lo (Jeremias 17.9-11). Sabendo disso, Jeremias implora que Deus atue — que traga a cura, o resgate e a restauração que só Deus pode realizar (Jeremias 17.14-18).

Onde está o Evangelho?

Deus chamou Jeremias para viver como um sinal do exílio — carregando em sua própria vida a solidão, a perda e a tristeza que aguardavam o povo de Deus. Mas as advertências encarnadas de Jeremias não podiam mudar o coração de Judá nem impedir que fossem removidos da terra. Elas revelavam o problema, mas não podiam curá-lo. Ainda assim, a vida de Jeremias nos aponta para a maneira pela qual Deus um dia traria restauração: por meio de um representante fiel que entra plenamente nas consequências da infidelidade do seu povo a fim de conduzi-lo para casa.

Por isso Deus enviou não apenas outro profeta, mas o seu Filho. Como Jeremias, Jesus viveu uma vida marcada pelo sofrimento e pela rejeição. Ele anunciou o juízo que viria sobre Jerusalém, chorou pela recusa dela em voltar-se para Deus e advertiu sobre o exílio que se seguiria (Marcos 13.1-2; Lucas 19.41-44). Mas Jesus fez mais do que anunciar o exílio — ele entrou nele. Em seu corpo, Jesus entrou plenamente na condição do seu povo, compartilhando a sua vergonha, a sua perda e a sua morte fora da cidade (Hebreus 13.12). Ele permaneceu fiel a Deus mesmo quando a história de Israel chegou ao seu capítulo mais sombrio.

Em Jesus, a fidelidade de Deus à sua aliança alcançou seu clímax. Jesus levou a história de Israel através do exílio e da morte até uma nova vida. Sua ressurreição marca o início da restauração — não apenas para Israel, mas para todas as nações. O poder que conduz corações errantes à morte foi quebrado, e uma nova vida enraizada no Espírito de Deus começou. Agora, todos os que confiam em Jesus estão sendo replantados — como árvores junto às águas vivas — renovados de dentro para fora e restaurados à vida com Deus. Jesus é o fiel que põe fim ao exílio, reúne o povo de Deus de volta a si e transforma corações para que possam, mais uma vez, amar o Senhor e confiar nele.

Veja por si mesmo

Oro para que o Espírito Santo abra os seus olhos para ver o Deus que permanece fiel mesmo quando o seu povo se desvia.
E que você veja Jesus como aquele que entra no exílio conosco e nos conduz a uma vida renovada com Deus.

Escrito Por
Editado por

Recursos relacionados

Go to next devotional

Ver devocional

Go to next devotional

Ver devocional

Go to next devotional

Ver devocional

Go to next devotional

Ver devocional

Go to next devotional

Ver devocional

Go to next devotional

Ver devocional

Go to next devotional

Ver devocional

Go to next devotional

Ver devocional

Go to next devotional

Ver devocional

Go to next devotional

Ver devocional

Go to next devotional

Ver devocional

Go to next devotional

Ver devocional

Go to next devotional

Ver devocional

Go to next devotional

Ver devocional

Go to next devotional

Ver devocional

Go to next devotional

Ver devocional

Go to next devotional

Ver devocional

Go to next devotional

Ver devocional

Go to next devotional

Ver devocional

Go to next devotional

Ver devocional

Go to next devotional

Ver devocional
Vídeos gratuitos enviados diretamente para sua caixa de entrada.